Internet no tempo dos dinossauros
Nos primórdios da internet, os buscadores (por exemplo, Cadê ou Altavista) usavam palavras chaves para ranquear o conteúdo. Quanto mais vezes uma palavra aparecesse dentro de uma webpage, maior seria a probabilidade deste conteúdo estar no topo da lista de busca. Se você quisesse que um texto sobre obesidade fosse encontrado com facilidade, bastava repetir “obesidade” n vezes em algum lugar dentro do seu site e voila! Tínhamos um campeão de acessos.
A revolução do Google
Nos primórdios da internet, os buscadores (por exemplo, Cadê ou Altavista) usavam palavras chaves para ranquear o conteúdo. Quanto mais vezes uma palavra aparecesse dentro de uma webpage, maior seria a probabilidade deste conteúdo estar no topo da lista de busca. Se você quisesse que um texto sobre obesidade fosse encontrado com facilidade, bastava repetir “obesidade” n vezes em algum lugar dentro do seu site e voila! Tínhamos um campeão de acessos.
A revolução do Google
Felizmente, Sergey Brin e Larry Page, aplicaram um conceito que sempre foi muito utilizado em meio acadêmico ao seu buscador, o Google: a relevância. Coisas relevantes costumam ser muito lidas e citadas. Ora, é justo que conteúdos com maior capacidade de gerar interesse e engajamento ganhem maior visibilidade. Essa estratégia valoriza criadores que se preocupam com a qualidade, antes de tudo.
Produzindo conteúdo blockbuster
Produzindo conteúdo blockbuster
Não existe uma fórmula mágica para criar apenas conteúdos altamente relevantes. Nem a imprensa formal consegue colocar suas matérias ou reportagens sempre entre os trend topics. No entanto, seguindo alguns passos simples, sua chance de sucesso aumenta. Nosso objetivo aqui no MDPS é guiá-lo(a) nessa jornada.
Dr. Mateus Dornelles Severo
Médico Endocrinologista

Comentários
Postar um comentário